Meu Caro Amigo
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque / Francis Hime
Meu caro amigo me perdoe, por favor
Se eu não lhe faço uma visita
Mas como agora apareceu um portador
Mando notícias nessa fita
Aqui na terra tão jogando futebol
Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll
Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
Muita mutreta pra levar a situação
Que a gente vai levando de teimoso e de pirraça
E a gente vai tomando e também sem a cachaça
Ninguém segura esse rojão
Meu caro amigo eu não pretendo provocar
Nem atiçar suas saudades
Mas acontece que não posso me furtar
A lhe contar as novidades
Aqui na terra tão jogando futebol
Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll
Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
É pirueta pra cavar o ganha-pão
Que a gente vai cavando só de birra, só de sarro
E a gente vai fumando que, também, sem um cigarro
Ninguém segura esse rojão
Meu caro amigo eu quis até telefonar
Mas a tarifa não tem graça
Eu ando aflito pra fazer você ficar
A par de tudo que se passa
Aqui na terra tão jogando futebol
Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll
Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
Muita careta pra engolir a transação
E a gente tá engolindo cada sapo no caminho
E a gente vai se amando que, também, sem um carinho
Ninguém segura esse rojão
Meu caro amigo eu bem queria lhe escrever
Mas o correio andou arisco
Se me permitem, vou tentar lhe remeter
Notícias frescas nesse disco
Aqui na terra tão jogando futebol
Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll
Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
A Marieta manda um beijo para os seus
Um beijo na família, na Cecília e nas crianças
O Francis aproveita pra também mandar lembranças
A todo o pessoal
Adeus
Um espaço destinado aos "meus eus", na verdade um lugar que ela escolheu para que todo mundo leia o que só ela escuta e conhece.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Tu és nada.
Tu és nada
por Carlo Carretto
A grande riqueza do noviciado no deserto do Saara é, sem dúvida, a solidão e a alegria da solidão, o silêncio, um silêncio, o verdadeiro, que envolve tudo, que invade todo o ser, que fala à alma com uma força maravilhosa e nova, certamente desconhecida ao homem distraído.
Para aprender a viver tal silêncio, o mestre de noviços permite-nos sair a fim de viver alguns dias “de deserto”. Uma cesta de pão, um pouco de tâmaras, água, a Bíblia. Caminhada de um dia. Uma gruta. O sacerdote celebra a santa missa e a seguir deixa a gruta, sobre um altar de pedras, a Eucaristia. Ficaremos a sós com a Eucaristia exposta dia e noite, durante uma semana. Silêncio no deserto, silêncio na gruta, silêncio na Eucaristia. A natureza rebela-se com todas as forças. A sensibilidade, a memória, a fantasia, tudo se sente mortificado. Somente a fé triunfa; e a fé é dura, é escura, é nua.
“Não dá gosto adorar a Eucaristia”, dizia-me um noviço. Mas é justamente a mortificação do gosto que faz com que a oração se torne forte e verdadeira. É o encontro com Deus acima da sensibilidade, acima da fantasia, acima da natureza. Este é o primeiro aspecto do despojamento. Enquanto minha oração permanecer ancorada no gosto, haverá altos e baixos; depressões irão se seguir a entusiasmos efêmeros. “É necessário despojar a tua oração”, disse-me o mestre de noviços. “É necessário simplificar, desintelectualizar. Põe-te diante de Jesus à semelhança de um pobre: sem idéias, mas com fé viva. Permanece imóvel num ato de amor diante do Pai. Não procures alcançar a Deus com a inteligência: jamais o conseguirás. Alcança-o com amor: isso é possível.”
Após algumas horas – ou alguns dias – de tal ginástica, o corpo se aplaca. Já que a vontade lhe recusa o prazer sensível, não mais o procura: torna-se passivo. Os sentidos adormecem numa mansão silenciosa e pacífica. A oração, então, transforma-se numa coisa séria, ainda que dolorosa e árida, mas tão séria que se torna indispensável. A alma passa a participar do trabalho redentor de Jesus.
Ajoelhado na areia, diante do rude ostensório que continha Jesus, estava meditando sobe o mal do mundo: ódios, violências, torpezas, impurezas, mentiras, egoísmos, traições, idolatrias, adultérios. Ao meu ver, a gruta tornara-se tão vasta quanto o mundo, e interiormente contemplava a Jesus oprimido sob o peso de tantos males.
Qual era a minha situação em confronto com a dele?
Pensara eu, durante muitos anos, em ser “alguém” na Igreja. Chegara a ponto de considerar este edifício sagrado e vivo como um templo sustentado por muitas colunas pequenas e grandes, e sob cada uma delas os ombros dos cristãos. Acreditava eu que também sobre os meus estivesse o peso de uma delas, ainda que pequena. Mas, enquanto meu primeiro mestre dissera-me: “Primeiro em tudo para a honra de Cristo-Rei”, o último, Charles de Foucauld, sugeria-me: “Último de todos por amor de Jesus crucificado.”
Encontrava-me agora lá, de joelhos, sobre a areia da gruta que assumira as dimensões da própria Igreja, sentindo sobre meus ombros a célebre coluneta de militante. Talvez houvesse chegado a hora de ver claramente. Após vinte e cinco anos, percebera que sobre os meus ombros nada se firmara e que a coluna era falsa, postiça, irreal, criada pela minha fantasia, pela minha vaidade. Todo o peso do mundo estava sobre Cristo crucificado. Eu nada era, nada de verdade.
C. CARRETTO, Cartas do deserto,
Edições Paulinas, Caxias do Sul, 1969, pp. 23-28 passim.
(Revista Mundo e Missão, Setembro 2003, p.26)
por Carlo Carretto
A grande riqueza do noviciado no deserto do Saara é, sem dúvida, a solidão e a alegria da solidão, o silêncio, um silêncio, o verdadeiro, que envolve tudo, que invade todo o ser, que fala à alma com uma força maravilhosa e nova, certamente desconhecida ao homem distraído.
Para aprender a viver tal silêncio, o mestre de noviços permite-nos sair a fim de viver alguns dias “de deserto”. Uma cesta de pão, um pouco de tâmaras, água, a Bíblia. Caminhada de um dia. Uma gruta. O sacerdote celebra a santa missa e a seguir deixa a gruta, sobre um altar de pedras, a Eucaristia. Ficaremos a sós com a Eucaristia exposta dia e noite, durante uma semana. Silêncio no deserto, silêncio na gruta, silêncio na Eucaristia. A natureza rebela-se com todas as forças. A sensibilidade, a memória, a fantasia, tudo se sente mortificado. Somente a fé triunfa; e a fé é dura, é escura, é nua.
“Não dá gosto adorar a Eucaristia”, dizia-me um noviço. Mas é justamente a mortificação do gosto que faz com que a oração se torne forte e verdadeira. É o encontro com Deus acima da sensibilidade, acima da fantasia, acima da natureza. Este é o primeiro aspecto do despojamento. Enquanto minha oração permanecer ancorada no gosto, haverá altos e baixos; depressões irão se seguir a entusiasmos efêmeros. “É necessário despojar a tua oração”, disse-me o mestre de noviços. “É necessário simplificar, desintelectualizar. Põe-te diante de Jesus à semelhança de um pobre: sem idéias, mas com fé viva. Permanece imóvel num ato de amor diante do Pai. Não procures alcançar a Deus com a inteligência: jamais o conseguirás. Alcança-o com amor: isso é possível.”
Após algumas horas – ou alguns dias – de tal ginástica, o corpo se aplaca. Já que a vontade lhe recusa o prazer sensível, não mais o procura: torna-se passivo. Os sentidos adormecem numa mansão silenciosa e pacífica. A oração, então, transforma-se numa coisa séria, ainda que dolorosa e árida, mas tão séria que se torna indispensável. A alma passa a participar do trabalho redentor de Jesus.
Ajoelhado na areia, diante do rude ostensório que continha Jesus, estava meditando sobe o mal do mundo: ódios, violências, torpezas, impurezas, mentiras, egoísmos, traições, idolatrias, adultérios. Ao meu ver, a gruta tornara-se tão vasta quanto o mundo, e interiormente contemplava a Jesus oprimido sob o peso de tantos males.
Qual era a minha situação em confronto com a dele?
Pensara eu, durante muitos anos, em ser “alguém” na Igreja. Chegara a ponto de considerar este edifício sagrado e vivo como um templo sustentado por muitas colunas pequenas e grandes, e sob cada uma delas os ombros dos cristãos. Acreditava eu que também sobre os meus estivesse o peso de uma delas, ainda que pequena. Mas, enquanto meu primeiro mestre dissera-me: “Primeiro em tudo para a honra de Cristo-Rei”, o último, Charles de Foucauld, sugeria-me: “Último de todos por amor de Jesus crucificado.”
Encontrava-me agora lá, de joelhos, sobre a areia da gruta que assumira as dimensões da própria Igreja, sentindo sobre meus ombros a célebre coluneta de militante. Talvez houvesse chegado a hora de ver claramente. Após vinte e cinco anos, percebera que sobre os meus ombros nada se firmara e que a coluna era falsa, postiça, irreal, criada pela minha fantasia, pela minha vaidade. Todo o peso do mundo estava sobre Cristo crucificado. Eu nada era, nada de verdade.
C. CARRETTO, Cartas do deserto,
Edições Paulinas, Caxias do Sul, 1969, pp. 23-28 passim.
(Revista Mundo e Missão, Setembro 2003, p.26)
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Simples
Chega um momento na vida que se torna necessário arriscar, puchar a arma que durante tanto tempo esteve na tua cintura e coloca-la em ação, sem que o medo de que passos nos levem a quedas dolorosas. Não há dor maior que contemplar o sonho indo embora, mas não existe sonho realizado sem a experiência de cruz nas costas, não dá p/ ser um vencedor baseado no relativismo, na coveniência, o vencedor precisa superar as adversidades, lutar contra aquilo que pode vence-lo. Aprendir desde cedo que é com passos lentos e direcionados que podemos chegar a algum lugar, que precisamos das costas dos outros para pegar aquela fruta ou pular aquele muro, mas sempre lembrando de dividir as conquistas com aquele que me levantou, que não posso esquecer de onde eu vim, de quantos ônibus precisei pegar, quantas "cotinhas" fizemos para poder comer, quantas vezes precisamos jogar muita farinha para o "tira-gosto" aumentar, coisas simples, porém coisas que me fizeram homem, que me transformaram numa pessoa melhor. Amo o que é simples.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
FIM DO MEU CALVÁRIO
Retirado do Blog do meu companheiro Thiagão, nessa manhã de segunda, reflete a dor que meu coração tricolor sente e são as palavras que minha boca não conseguem falar e nem sequer falar. Diante desse vazio te copio companheiro.
http://tanatelha.zip.net/
Somos palhaços de um circo sem futuro
Hoje, 12 de setembro de 2010, um dia pra eu apagar da minha memória para sempre. Me sinto como se tivesse recebido a notícia de que a pessoa que eu mais amo partisse dessa pra uma melhor. Não sei o que é depressão, pois nunca tive. Mas acho que estou sentindo fortemente os sintomas dela. Isolamento, sono, cansaço, tristeza e baixa-estima. Se isso não for depressão pode chamar do que quiser. Certeza mesmo é que estou sentido tudo isso aí.
Hoje aconteceu o que eu tanto esperava durante a semana, depois da dificílima vitória por 4x3, com mais de 50 mil testemunhas em casa, válido pela segunda fase da série D, contra o grande Guarany de Sobral-CE. Precisávamos hoje somente de um empate fora de casa para seguirmos firme nosso calvário, mas apanhamos no jogo de volta por 2x0 e estamos mais uma vez fora do campeonato brasileiro e continuaremos por mais um ano na famijerada série D.
O Santa Cruz sempre foi e será pra mim meu único e verdadeiro clube do coração. E é exatamente por isso que estou tão abalado. Mais um ano sem conseguir nosso objetivo e minha sensível consciência, que só tenho nos momentos difíceis da vida, me alerta que não vamos nunca sair dessa situação. Sinceramente não vejo futuro para o Santa Cruz F. C. Depois de tantas decepções e frustrações, descobri que não há nenhum torcedor, por mais sagaz e capacitado que seja, capaz de tirar o clube do buraco. Se tiver, vai ser esmagado pela ignorância de sua própria torcida e pela ganância das forças ocultas que rondam a muito tempo o Arruda. Sei que vai ser difícil, não sei se conseguirei, mas tudo que não quero na vida é passar de novo pelo que estou passando. Chega, basta de tanto sofrimento!
Vou precisar de muita força pra encarar essa idéia, mas tenho que tomar essa decisão agora antes que eu surte de vez. Mais que qualquer outra coisa, esse clube mexe comigo todos os dias, influenciando no meu trabalho, nos meus estudos e no meu humor. Não posso estragar minha vida por causa de um time de futebol sem futuro, fadado ao fracasso. Podem me chamar de derrotado, mas quem me conhece desde o tempo da derrocada do Santa até ele chegar nessa situação, sabe que eu não tomei essa decisão à tôa. O cansaço me venceu, a minha dor é mais forte do que a vontade de seguir lutando ou fingindo que está tudo bem. Estou retirando minhas tropas do front. Decreto que estou me aposentando do Santa Cruz, pois não sou masoquista, nem nasci pra sofrer.
Thiagão
http://tanatelha.zip.net/
http://tanatelha.zip.net/
Somos palhaços de um circo sem futuro
Hoje, 12 de setembro de 2010, um dia pra eu apagar da minha memória para sempre. Me sinto como se tivesse recebido a notícia de que a pessoa que eu mais amo partisse dessa pra uma melhor. Não sei o que é depressão, pois nunca tive. Mas acho que estou sentindo fortemente os sintomas dela. Isolamento, sono, cansaço, tristeza e baixa-estima. Se isso não for depressão pode chamar do que quiser. Certeza mesmo é que estou sentido tudo isso aí.
Hoje aconteceu o que eu tanto esperava durante a semana, depois da dificílima vitória por 4x3, com mais de 50 mil testemunhas em casa, válido pela segunda fase da série D, contra o grande Guarany de Sobral-CE. Precisávamos hoje somente de um empate fora de casa para seguirmos firme nosso calvário, mas apanhamos no jogo de volta por 2x0 e estamos mais uma vez fora do campeonato brasileiro e continuaremos por mais um ano na famijerada série D.
O Santa Cruz sempre foi e será pra mim meu único e verdadeiro clube do coração. E é exatamente por isso que estou tão abalado. Mais um ano sem conseguir nosso objetivo e minha sensível consciência, que só tenho nos momentos difíceis da vida, me alerta que não vamos nunca sair dessa situação. Sinceramente não vejo futuro para o Santa Cruz F. C. Depois de tantas decepções e frustrações, descobri que não há nenhum torcedor, por mais sagaz e capacitado que seja, capaz de tirar o clube do buraco. Se tiver, vai ser esmagado pela ignorância de sua própria torcida e pela ganância das forças ocultas que rondam a muito tempo o Arruda. Sei que vai ser difícil, não sei se conseguirei, mas tudo que não quero na vida é passar de novo pelo que estou passando. Chega, basta de tanto sofrimento!
Vou precisar de muita força pra encarar essa idéia, mas tenho que tomar essa decisão agora antes que eu surte de vez. Mais que qualquer outra coisa, esse clube mexe comigo todos os dias, influenciando no meu trabalho, nos meus estudos e no meu humor. Não posso estragar minha vida por causa de um time de futebol sem futuro, fadado ao fracasso. Podem me chamar de derrotado, mas quem me conhece desde o tempo da derrocada do Santa até ele chegar nessa situação, sabe que eu não tomei essa decisão à tôa. O cansaço me venceu, a minha dor é mais forte do que a vontade de seguir lutando ou fingindo que está tudo bem. Estou retirando minhas tropas do front. Decreto que estou me aposentando do Santa Cruz, pois não sou masoquista, nem nasci pra sofrer.
Thiagão
http://tanatelha.zip.net/
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Desabafo.
Uma das coisas mais injustas que nos é oferecido é a tal da vida, nem sempre se chega num momento desejado e sempre se esvai quando não nos acostumamos ainda com sua idéia. Viver é um grande paradoxo que hoje não me interessa mais entender, às vezes achamos que a melhor forma de viver é buscando a intensidade e não muito distante, logo no outro dia, o nosso corpo dá certos sinais que essa correria se colocou em vão e o domingo corrido nos oferece uma segunda insuportável. Outra forma de viver-quase não escolhida hoje- é a tal da vida moderada, respeitando horários pré-estabelecidos pela ciência dos que querem que vivamos bem, as três alimentações bem definidas, as oito horas de sono, as frutas e verduras que nos oferecem cálcio, protéinas, vitaminas e outras mil coisas indispensáveis para viver, mas essa rotina sadia é quase impossível de ser praticada, vivemos numa rotina que não nos dá a mínima oportunidade de perder mais de 30 minutos no almoço, oito horas em cima de uma cama e muito menos um almoço bem colorido. Se vocês me acompanham a um certo tempo em leituras chatas, até para mim mesmo, perceberam já que eu ODEIO a rotina, eu não suporto a repetição de coisas que não trazem prazer, acordar todo o dia as 05:40 para chegar ao trabalho, assistir aulas de 18:30 às 21:50, pegar sempre o último ônibus de 23:10 na integração que mais parece um inferno, isso é insuportável. E cada dia sobra menos tempo para me dedicar ao que amo, aos meus amigos, minha namorada, minhas leituras que verdadeiramente me ajudam a ser alguém melhor e não são apenas o texto do orientador(a) da minha professora da rural que a mesma acha que é interessante e quer nos obrigar a gostar. Hoje eu me levantei com vontade de separar os meus e juntos sentarmos em algum lugar bonito, rir muito, beijar minha garota, ouvi-lá dizendo "gosto demais" e esquecer que devo assinar ponto, gritar presente e re-encontrar fantasmas.
Final nem um pouco feliz.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Direito de resposta.
Pela primeira vez na história desse blog é aberto um espaço para um direito re resposta.Por Leilane Nascimento:
Ai, ai... Não sei por que você quer me fazer chorar namorado. Não teria comparação melhor para você fazer do que essa, o mar e o nosso amor, podemos realmente contemplar a sua beleza, os seus momentos, mas não o seu fim.
Realmente 11 meses de um aprendizado incrível, 15 dias de uma tortura que parecia não ter fim e finalmente dias de uma felicidade inexplicável.
Não tem palavras que expressem melhor essa nossa história do que a música que tomamos para nós... Um amor puro que ainda nem sabe a força que tem, é teu e de mais ninguém...
Amo muito você namorado!!!!!!
Realmente 11 meses de um aprendizado incrível, 15 dias de uma tortura que parecia não ter fim e finalmente dias de uma felicidade inexplicável.
Não tem palavras que expressem melhor essa nossa história do que a música que tomamos para nós... Um amor puro que ainda nem sabe a força que tem, é teu e de mais ninguém...
Amo muito você namorado!!!!!!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Santa meu amor.
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