O direito a felicidade deveria se estender a todo ser vivo, não importando em qual reino, ou aquelas outras divisões biológicas ele participe. Seria imprescindível a todo ser o direito de se relacionar de uma forma tranqüila com seu habitat, podendo ir e vir sem que barreiras de concreto ou armações de ferro impedissem o próximo passo, o que deveria nos limitar teria que ser algo anterior a nós, algo que não tivemos o poder ainda de alterar, por isso é maravilhoso e demonstra a nossa limitação. Que a alma entre em interação com a razão, sem que nenhuma delas precise machucar ou ser machucada, que os sonhos pudessem ser construídos sem corpos nas suas estruturas, que o nosso amanhã não seja uma destruição do ontem e um desprezo pelo hoje, pois não podemos aceitar que o que se passou não presta mais e o hoje é só mais um nessa rotina esmagadora. Que os nossos olhos percebam que o sol serve para iluminar nosso caminho e que a lua reflete de noite a luz que apaixona, nos lembrando que a escuridão não é capaz de vencer em nenhum momento. Que o medo fosse sempre menor que o amor, embora eu tenha certeza que é. Nós não tivéssemos receio de dizer que amamos que somos capazes de apressar passos, de romper paradigmas. Que a nossa luta verdadeira seja pela vida, não importa o momento vivido, desde o gerar até os últimos momentos precisamos defender esse dom, não podemos nos conter e aceitar que “erros” justifiquem Erros, que a falta de capacidade de assumir as suas responsabilidades, na maioria das vezes, impeçam que sorrisos possam passar por essa terra trazendo alegria aos corações.
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