quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Sou historiador do pior momento da humanidade.

Essa frase marcou a noite do dia 10 de agosto de 2010, ouvir isso de um filósofo num evento que marcava o encerramento das festividades do padroeiro de uma cidade, estavamos no evento profano e uma apresentação de uma academia de dança era realizado nesse determinado momento. Percebemos que o pão e circo romano se travestiu numa orgia rotineira, a consciência inexiste e as pessoas se contentam com o mínimo que se pode oferecer. Mas do que nunca eu tenho certeza que esse momento não é propicio para nós que escolhemos a razão como ponto de partida para viver, principalmente aqueles que pela rotina asassina tiveram que escolher entre uma mente sã ou um corpo perfeito. Os velhos corpos perfeitos gregos voltaram a moda, mas infelizmente o cérebro intelectual foi descartado, o status conta muito mais do que a capacidade de entender fórmulas, responder perguntas da sociedade, afinal ser intelectual. Nessa briga toda, eu escolho pegar mais uma vez o livro a divina comédia de Dante Alighieri e rir mais um pouco dessa sociedade que ama o retrocesso e caminha para o início, contestanto a lógica que o tempo nos ergue e nos ensina a andar de pé.

Nenhum comentário:

Postar um comentário