segunda-feira, 28 de junho de 2010

27/06/2010

Essa manhã nublada reflete o sentimento que o meu coração apresenta ao mundo. Conseguir chegar a última etapa da descrença humana, sinto hoje a incapacidade de confiar, seja em você que está ao meu lado, ou até mesmo você que separado de mim por milhares de quilômetros não quis ouvir a minha voz. A ausência de mim foi o que me fez mais falta ontem, tentaram e conseguiram agredir o corpo, mas a alma não! A alma não conseguirão destruir, tenho a convicção que isso não é tão fácil fazer, destruir o que há de divino. Será que é fácil para um canalha agredir uma pessoa que não demonstra nenhuma defesa? Para mim não seria, minha capacidade de falar e ouvir não seria vencida por atos animalescos, capazes de correr a agredir alguém parado e continuar a agredir essa pessoa que continua sem demonstrar nenhuma tentativa de revidar, ou até mesmo se defender. Canalhas! São essas pessoas, como confiar? Impossível, por isso devo agora escolher umas férias numa ilha chamada de Pedro e de lá quero trazer o amor pela solidão, maior do que já tenho, e um coração de pedra que me leve a não mais me prender a esses sentimentos e me transforme a cada dia num super-homem.

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