Hoje dois grupos de ações políticas são bem característicos nos partidos políticos brasileiros. De um lado estão os que acreditam na ideologia partidária, defendem o manifesto, o estatuto, as lutas que construíram as bases do mesmo e os grandes nomes que esse partido teve em sua história. Do outro lado estão os organizadores eleitorais, que por linhagem familiar, que nem sempre significa que seus antecessores eram defensores ideológicos, chegaram a patamares de transpor os limites da ordem natural das coisas e dão as cartas para quem verdadeiramente é o dono do baralho. O primeiro grupo nós costumamos definir como orgânicos, já o segundo eu costumo afirmar que são aproveitadores do aparelho. Mas isso já não importa muito, é chegada à hora de colocar o bloco na rua, de unir o povo (orgânicos) com os “militantes” que presos no entrave da maquina esqueceram dos grêmios, diretórios acadêmicos, diretórios centrais, associação de moradores e outras diversas instituições que possuem um papel mais que importante para que esse sistema (capitalismo) possa ser superado.
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