Um espaço destinado aos "meus eus", na verdade um lugar que ela escolheu para que todo mundo leia o que só ela escuta e conhece.
sábado, 12 de junho de 2010
Nada entre Juan e o prisioneiro.
É muito apaixonante experimentar a “liberdade” a capacidade de não querer e precisar que um ser esteja ao teu lado, para que juntos haja a construção de um futuro, ou de momentos futuros maravilhosos. Antes de escrever esse texto me veio a memória duas histórias bem conhecidas, a primeiro de Dom Juan, lenda de um cavalheiro capaz de seduzir qualquer mulher existente nesse mundo, e a outra foi a de Lisbela, que vive um amor proibido por um cara que no estilo de Juan sentia os “prazeres’ da vida com todas, correndo assim o risco maior do amor, que é o fim da vida, pela intensidade ou forma que se vive esse amor. Uma das cenas mais linda da história de Lisbela me marcou agora, quando ela conversa com seu amado e ele explica a causa da sua vida ser assim, a busca pelo bonito, pelo zepelim que lá de cima apresenta a luz aos corações tão condenados ao apagão dessa sociedade que teima em não acreditar no amor. Nem sei o motivo desse texto, mas acho que é sentimento que hoje eu tenho no meu coração. Um certo dia muito novo eu corri atrás de um zepelim e não conseguir voltar para casa, agora busco afogar minhas saudades no que é bonito, ou apenas no que acho bonito. Nem aproximo de Juan, nem muito menos do prisioneiro, mas .... paremos por aqui e deixemos esse texto sem fim, se alguém um dia o ler e tiver vontade de trazer uma conclusão ao mesmo, ficarei feliz, enquanto isso eu vou ali em Parságada, pois disseram que nós tuberculosos, somos amigos de um tal rei, apesar que eu nem saiba o que é um rei.
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